“O governo bloqueou 16 mil sites de apostas ilegais.”
O número oficial descreve sites encaminhados para bloqueio entre 25/09 e 09/10/2026, não bloqueios tecnicamente concluídos.
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Última revisão: 03 de novembro de 2026 · atualização noturna9 checagens encontradas
O número oficial descreve sites encaminhados para bloqueio entre 25/09 e 09/10/2026, não bloqueios tecnicamente concluídos.
O levantamento citado separa qualquer modalidade de jogo de apostas em bets; 28 milhões se referem ao primeiro recorte, não ao segundo.
As séries públicas apontam altas nominais em duas semanas, mas não isolam a proibição como causa do aumento.
O total reúne níveis distintos de risco no PGSI; cerca de 1,4 milhão está na faixa problemática. Rastreio não equivale a diagnóstico clínico.
No recorte da reportagem, “confirmado” é uma classificação de sinais monitorados, não uma declaração legal de autoridade.
No corte de 03/11/2026, a orientação oficial indica proibição da oferta de quota fixa e calendário de indisponibilidade e extinção formal; atos individuais exigem análise própria.
A razão 15,1 veio de uma coorte clínica sueca com transtorno do jogo; não mede o efeito causal de bets entre brasileiros.
É uma avaliação editorial do BNLData sobre material da audiência; não é decisão do STF, posição oficial do Tribunal ou transcrição oficial.
A faixa foi citada pelo TCU, mas veio de estimativa da LCA contratada pelo IBJR; não é medição própria do Tribunal.
Estas pautas ficam visíveis sem receber veredito enquanto faltarem dados originais, método ou um recorte que permita concluir.
Origem da pauta: Número atribuído pelo BNLData à plataforma LegitBet, mantida para a ANJL.
O que falta: Relatório bruto, definição de “ativo”, deduplicação, período e evidência oficial que permita classificar cada endereço como ilegal. A reportagem registra limites e contagens que não são equivalentes.
Origem da pauta: Contraposição atribuída a representantes do setor e cobertura sobre a tese da ABRAS.
O que falta: Base primária da ABRAS/NIQ, série de preços e renda usada, calendário oficial de pagamentos com valores comparáveis e método que isole causalidade. A cobertura informa que o pagamento reajustado começou em 19/10, depois das semanas discutidas.
Origem da pauta: Argumento recorrente de entidades do setor no debate sobre a MP.
O que falta: Pesquisa de audiência/comportamento pós-06/10, denominador de apostadores do regime anterior e metodologia pública. Contagem de sites, tráfego de busca e cliques não medem quantas pessoas migraram.
Origem da pauta: Declaração de Alexandre Padilha registrada pela Agência Brasil na audiência.
O que falta: Série primária até 2026, definição de atendimento, períodos completos e reconciliação com outros percentuais divulgados para anos anteriores. Atendimento não equivale a pessoa única nem estabelece causalidade.
Origem da pauta: Declaração de Alexandre Padilha registrada pela Agência Brasil em 03/11/2026.
O que falta: Balanço primário da SPA/MF com data, universo, campo opcional de motivação e definição de “pedido”. A cobertura setorial relata total maior e percentual diferente em outro mês.
Origem da pauta: Frase atribuída a Alexandre Padilha pela Agência Brasil.
O que falta: Comparação jurídica internacional por porte, escopo da proibição, tipos de jogo, data e vigência. Não basta uma matéria ou lista não sistemática de países.
Origem da pauta: Número apresentado em slide da audiência, conforme o BNLData.
O que falta: Slide original e série administrativa que definam se o percentual se refere a unidades ou atendimentos. Os valores arredondados de unidades não confirmam, por si, 39%.
Origem da pauta: Número de slide atribuído à fala de Alexandre Padilha.
O que falta: Série primária, definição de atendimento, períodos, população e cálculo. Mesmo que confirmado, o indicador de saúde mental geral não demonstra efeito de apostas sem estudo que estabeleça a relação.
Origem da pauta: Declaração atribuída a Alexandre Padilha pela Agência Brasil.
O que falta: Revisão de evidências com países, métricas, períodos e desenhos comparáveis, incluindo estabilidade e mudanças de metodologia. Uma lista de casos não prova uma afirmação universal.
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